sábado, 22 de abril de 2017

Bibliotec III

Este ano, junto ao curso do PEAD, estou cursando também o curso BIBLIOTEC III,
Um curso de extensão, que não tem como objetivo, ensinar a organizar uma biblioteca, mas nos apresentar a importância , a tipologia e a legislação da biblioteca, as tecnologias que fazem parte deste ambiente.
Assim, conhecer os tipos de bibliotecas, na escola, na cidade, na universidade, as móveis, as temáticas...
Coincidentemente nesse ano, na escola em que trabalho, serei a responsável pela biblioteca da escola e trabalharei a hora do conto com as crianças.
Acredito que esse curso poderá enriquecer muito meu trabalho nesse ano que está apenas começando.
Ao longo do curso, poderei contar aqui,  como está acontecendo esse meu aprendizado.




Vamos ao V eixo

Olá!
Recomeçando o semestre e iniciando o eixo V.
Quase não vemos o tempo passar, mas o fato é que estamos na metade do curso de pedagogia.
O PEAD tem sido muito significativo na minha vida profissional.
Desde que iniciei o curso, muitas reflexões são necessárias acerca de posicionamentos em relação ao nosso trabalho, muita dedicação e leitura para desenvolver as tarefas necessárias que o curso exige.
Neste semestre, 5 interdisciplinas fazem parte do nosso percurso:
Organização e gestão da educação
Seminário Integrador V
Organização do ensino fundamental
Psicologia da vida adulta
Projeto pedagógico em ação
Que seja um semestre produtivo e como nos outros, de muito aprendizado!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Projetos de Aprendizagem

Nossa última aula de Seminário Integrador IV, foi de apresentações dos projetos de aprendizagem realizada pelos grupos.
Durante as apresentações, pude assistir a uma variedade enorme de temas curiosos. Projetos muito bem elaborados, outros nem tanto, mas em andamento.
Nossas certezas e dúvidas foram sanadas? Não sei. O que sei é que como foi rico assistir a tudo isso e ver o quanto ainda temos para pesquisar.
Começamos com um norte, mas conforme íamos seguindo adiante, o rumo se modificava e outras dúvidas surgiam.
Achei um pouco difícil essa atividade, já que, cada uma do nosso grupo é de uma cidade e tem seus afazeres durante o dia, restando muitas vezes, somente nossos encontros presenciais e conversas pelo whatsap, parecendo em alguns momentos, que não iríamos conseguir alcançar o objetivo.
Mas estamos caminhando, com a certeza que estamos sempre em busca de novas respostas, novas pesquisas, algumas conclusões ou não.
O certo é que nossos projetos continuam e seguem em frente.


Formar fila

Uma coisa que é bem difícil na educação infantil, principalmente no berçário, é a formação de fila.
Sempre que saímos da sala de referência, temos que conduzir as crianças de forma harmoniosa, seja para ir ao refeitório, brincar no pátio, assistir vídeo, ir na brinquedoteca.
Mas como controlar crianças de 1 a 2 anos de idade? Como concentrá-los quando estamos saindo da sala e indo para o pátio, onde tem tantos atrativos?
A disciplina deve ser ensinada desde pequenos, e muito, muito repetida. Para que alcancemos êxito, precisamos repetir muitas vezes até que a criança compreenda o que queremos que seja feito.  A criança não tem regras, ela vai agir conforme a sua vontade ou para o que lhe atrair.
Muitas vezes é cansativo, mas é aí que entra o papel do educador em ser incansável para alcançar o objetivo a que se propõe.
Pensando nisso, achei como uma possibilidade, o uso de um centopeia, feita de tecido colorido, com rostinho e mãozinhas.
Primeiro contei uma historia sobre a centopéia, depois brincamos com ela pela sala, e por último, fomos para o pátio segurando a sua mão, até que, conseguimos formar a fila.
Não foi fácil esse trabalho durante o ano, mas foi gratificante no final.



Orientação Espacial

" Orientação espacial é a capacidade que o indivíduo tem de situar-se e orientar-se, em relação aos objetos, às pessoas e o seu próprio corpo em um determinado espaço. É saber localizar o que está à direita ou à esquerda, à frente ou atrás, acima ou abaixo de si, ou ainda, um objeto em relação a outro. É ter noção de longe, perto, alto, baixo, longo, curto." (ASSUNÇÃO, COELHO, 1996, p. 91-96)
Trabalhar com ludicidade, é sempre a melhor forma de ensinar as crianças. Tudo para a criança é melhor compreendido em forma de brincadeira.
As noções de espaço são desenvolvidas pela criança a partir da experimentação, tendo como referência o próprio corpo. Como a compreensão dessas noções depende da maturação neurológica da criança e, neste sentido, cada um tem seu ritmo, o ideal é estimulá-las, desde cedo, para que possam experimentar situações diferenciadas que favoreçam essa compreensão.
Segue algumas atividades interessantes para se trabalhar localização ou orientação espacial:
labirinto - seguir a trilha ou caminho pontilhado
dentro e fora - pular dentro do círculo, pular fora do círculo
fila - formar fila e indicar que o aluno vá para trás ou para a frente do colega.
A criança que não possui noções de posição e orientação espacial, pode apresentar problemas em sua aprendizagem na alfabetização, como: não respeitar os limites da folha, dificuldades de organização com o material escolar, esbarrar em objetos e pessoas, confundir letras que diferem quanto à orientação espacial (b/d - p/q).
As noções de corpo e espaço são fundamentais para o bom desenvolvimento da criança.























Ciências

Na interdisciplina Representação do Mundo pelas Ciências Naturais, aprendi bastante sobre  como fazer da aula de ciências uma aula prazerosa e atrativa para os alunos.
A criança, por si só,  é bastante curiosa, e para que a criança goste da aula, é preciso trazer novidades e instigar a sua curiosidade, fazendo-a participar.
Como trabalho com berçário, pensei em como seria fazer ciências com meus alunos.
Curiosos eles são, atenção também é uma característica da idade.
Certo dia resolvemos fazer uma pintura com gelo colorido.
Misturando corante alimentício colorido na água, fiz gelo para meus alunos pintarem uma folha em branco.
Ao mesmo tempo que trabalhei sensações usando o gelo para pintar, também trabalhei artes.
A ideia é que pintassem a folha, mas deixei live para que se quisessem simplesmente brincar com o gelo, ficassem a vontade.
No início, algumas crianças ficaram só observando, não sabiam se colocavam na boca ou se espalhavam o gelo pela folha branca.
Conforme mexiam no gelo, o colorido ia se formando e também a sensação gelada na mão e na boca, faziam com que quisessem continuar na atividade diferente.




Piolho na escola

O piolho é um inseto muito comum entre as crianças no meio escolar.
A pediculose, doença causada pelo pediculus humanus capitis, nome científico do piolho, é muto antiga, tendo registro de infecções por piolho desde o início das civilizações.
O piolho é minusculo e aparece aparece preferencialmente nas crianças, mas pode aparecer em qualquer idade, causando dano ao couro cabeludo.
Sua transmissão acontece com a proximidade das cabeças. O piolho não pula e nem voa, mas é facilmente transmitido através do contato.
O piolho não está relacionado com a falta de higiene, eles só precisam de calor humano e sangue para se reproduzirem. Seu principal sintoma é a coceira.
Logo que for detectado o piolho, a família deve ser informada para que comece o tratamento. O ideal é passar o pente fino e tratamento adequado para a eliminação completa de piolho e lêndeas.
Recomenda-se também o uso de cabelo preso em meninas e cabelos bem curtos para os meninos. Também deve ser orientado para que não seja compartilhado escovas de cabelo e pentes.