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domingo, 26 de novembro de 2017

Formação para professores

Assim como toda a profissão, ser professor exige que o profissional tenha que estar sempre se atualizando.
Professor é o profissional que forma as outras profissões. E essa responsabilidade o professor carrega consigo a vida toda.
Temos um papel importante na formação de cidadãos críticos e participantes de uma sociedade tão competitiva na atualidade.
A formação continuada para professores deve ser vista como uma necessidade de mudança de paradigma de ensino, de um modelo passivo, onde o professor só transmite o que sabe, para um modelo de desenvolvimento de habilidades e competências.
Morin (2001) ressalta o papel do docente frente ao uso das tecnologias de informação e comunicação de forma apropriada e contextualizada, mantendo- se sempre em constante atualização e preparação para desempenhar sua função.
O processo de atualização e formação docente, não se restringe ao momento da formação inicial, pois ele se prolonga por todo o trajeto profissional do docente, mediante uma relação dialética, defendida por Freire (2008) como essencial na prática pedagógica, quando coloca que “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”.

domingo, 19 de novembro de 2017

A escola em que trabalho

Na interdisciplina Escola, Cultura e Sociedade: Abordagem Sociocultural e Antropológica, uma das atividades propostas foi muito interessante. Tivemos que contar a história da escola em que trabalhamos.
Bem, a escola em que trabalho, tem o nome de Escola Municipal de Educação Infantil Irmã Sibila Ana Burin. A escola recebeu esse nome em homenagem à Irmã Sibila, que como freira, foi por 20  anos diretora de uma escola no municipio de Esteio e depois esteve à frente de um Centro Social, com atividades sócio-educativas, que atendia crianças no turno inverso à escola.
Irmã Sibila foi muito reconhecida pelo seu trabalho de assistência à crianças com vulnerabilidade social no município de Esteio, vindo a falecer de câncer no ano de 2010. O nome da escola foi escolhido em uma assembléia da câmara de vereadores de Esteio.
A escola faz parte do projeto PRO INFÂNCIA, do governo federal e atende 170 crianças de 0 a 5 anos de idade.
Porque gostei de fazer essa atividade? Antes de me tornar professora, tive a oportunidade de trabalhar  como nutricionista neste Centro Social, tendo como diretora a Irmã Sibila. Observando meu trabalho, a então diretora, me incentivou a cursar magistério e posteriormente pedagogia. Assim que fui aprovada no concurso, pensei que quando fosse chamada, seria para trabalhar nessa escola. Assim, vejo que a escola em que trabalho, tem uma história muito especial comigo. Carrego boas lembranças na memória do tempo em que trabalhei sob a direção de Irmã Sibila.



sábado, 16 de setembro de 2017

NASCEMOS PRECONCEITUOSOS?

Tivemos nossa primeira aula da interdisciplina de Escola, Cultura e Sociedade: abordagem sociocultural e antropológica nesta semana, e uma coisa interessante é a questão de trabalharmos o preconceito, nesta e em outras interdisciplinas.
A atividade proposta, era que em grupos de 3 pessoas, discutíssemos a questão do preconceito em vários aspectos.
Em todos os grupos, pode-se observar que, embora estejamos caminhando para um compreendimento de direitos por parte de todos na sociedade, ainda nos pegamos em certos momentos com algum preconceito presente dentro da gente, que achávamos que não tínhamos.
Unânime é a opinião de que o preconceito não nasce conosco, mas é construído dentro do ambiente familiar em que crescemos, do grupo a que fazemos parte e da sociedade em que estamos inseridos.
Se fizermos uma pesquisa sobre preconceito, a grande maioria vai dizer que não é preconceituoso, mas quando perguntarmos se conhece alguém preconceituoso, a grande maioria vai dizer que sim. Então, podemos concluir que não nos reconhecemos preconceituosos, mas no nosso íntimo, sabemos que por alguns valores passados para nós na infância, carregamos algum tipo de preconceito.
“O Brasil desconhece a si mesmo!”... por muito tempo se transmitiu a imagem de um Brasil homogêneo, sem diferenças ou promotor de uma democracia racial. (CANDAU, P. 126)
Acho que a interdisciplina nos trará grandes reflexões durante o semestre e com certeza os vídeos e s textos disponibilizados serão de grande auxílio para nossos questionamentos.