Antigamente, acreditava-se que o aluno superdotado era aquele que era muito inteligente e se destacava por suas melhores notas na turma. Ainda há quem pense assim nos dias de hoje.
A criança com altas habilidades destaca-se por desenvolver alguma habilidade especifica de forma prematura.
Segundo Ourofino e Guimarães
(2007) as altas habilidades podem ser definidas, por uma assincronia, ou seja, uma ou mais funções que se desenvolvem primeiro ou
mais que as outras. A pessoa com altas habilidades tem um desenvolvimento desigual nos
diferentes aspectos que a constituem.
São características de crianças com altas habilidades:
Alto grau de curiosidade;
Boa memória;
Atenção concentrada;
Persistência;
Independência e autonomia;
Interesse por áreas e tópicos diversos;
Facilidade de aprendizagem;
Criatividade e imaginação;
Iniciativa;
Liderança;
Vocabulário avançado para a idade cronológica;
Riqueza de expressão verbal (elaboração e fluência de ideias);
Habilidade para considerar pontos de vista de outras pessoas;
Facilidade para interagir com crianças mais velhas ou adultos;
Habilidades para lidar com ideias abstratas;
Habilidade para perceber discrepâncias entre ideias e pontos de vista;
Interesse por livros e outras fontes de conhecimento;
Alto nível de energia;
Preferência por situações/objetos novos;
Senso de humor;
Originalidade para resolver problemas.
Infelizmente em nossas escolas, o que ainda vemos é a falta de formação de profissionais para trabalhar com esses alunos, o que dificulta o aprendizado e crescimento dessas crianças.
sábado, 11 de novembro de 2017
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Ética do professor
Como devemos agir para ter ética sendo professor?
A ética é fundamental em qualquer profissão e deve ser praticada pelo profissional.
Quando se fala em ética de professor, cabe ressaltar que o professor é o exemplo dos alunos. Muitos alunos, principalmente os pequenos, se espelham no professor para ter suas atitudes. O professor passa a ser uma referência para a criança.
Diante disso, no grupo em que fiquei na aula de Filosofia da Educação, debatemos a ética do professor e vimos que nos pequenos detalhes estamos sendo observados.
Quando pedimos para os alunos ficarem quietos e nós professores ficamos conversando, estamos demonstrando que não estamos sendo éticos.
Também em assuntos mais delicados, a opinião do professor pode ser de ética para uns e falta de ética para outros. Num exemplo onde um aluno tem o pai preso, o que dizer para uma criança sobre o comportamento desse pai, que na opinião da criança é herói?? E o que dizer da policia que prende bandidos? Como deve agir o professor, dando sua opinião, ou seria mais ético calar-se?
A ética deve estar presente em nosso cotidiano escolar, mas muitas vezes é preciso pensar sobre a opinião que emitimos, pois nossa opinião é sempre uma referência para a criança.
A ética é fundamental em qualquer profissão e deve ser praticada pelo profissional.
Quando se fala em ética de professor, cabe ressaltar que o professor é o exemplo dos alunos. Muitos alunos, principalmente os pequenos, se espelham no professor para ter suas atitudes. O professor passa a ser uma referência para a criança.
Diante disso, no grupo em que fiquei na aula de Filosofia da Educação, debatemos a ética do professor e vimos que nos pequenos detalhes estamos sendo observados.
Quando pedimos para os alunos ficarem quietos e nós professores ficamos conversando, estamos demonstrando que não estamos sendo éticos.
Também em assuntos mais delicados, a opinião do professor pode ser de ética para uns e falta de ética para outros. Num exemplo onde um aluno tem o pai preso, o que dizer para uma criança sobre o comportamento desse pai, que na opinião da criança é herói?? E o que dizer da policia que prende bandidos? Como deve agir o professor, dando sua opinião, ou seria mais ético calar-se?
A ética deve estar presente em nosso cotidiano escolar, mas muitas vezes é preciso pensar sobre a opinião que emitimos, pois nossa opinião é sempre uma referência para a criança.
Sobre nossos crocodilos
Durante nossa última aula, falamos sobre o que são os crocodilos que cada um tem, relacionando com nosso trabalho.
Uma das coisas que considero crocodilo é o fato de não me sentir preparada para trabalhar com inclusão. Sempre penso que não estou preparada e sei que de fato não estou.
Sei que todas as crianças são especiais, e que esse conceito de inclusão está mudando, e que precisamos aceitar cada aluno como mais um na turma, mas o medo ao novo, nos assusta.
Não saber como será essa criança "diferente" nos faz pensar em prorrogar a situação de termos em nossa sala um aluno de inclusão.
Acho que não estamos preparados para a inclusão porque poucos são os profissionais que se especializam nessa área, diante da demanda necessária para esse atendimento.
A inclusão exige um trabalho diferenciado ou pelo menos adaptado para essa criança. O professor deverá fazer atividades que contemple toda a turma, inclusive a criança de inclusão. Essa criança deve estar inserida no contexto escolar e sentir-se parte integrante da turma.
Esse é o papel do professor, de promover a integração entre os alunos para que todos auxiliem essa criança e juntos com o professor, colaborar para o desenvolvimento desse aluno de inclusão.
Uma das coisas que considero crocodilo é o fato de não me sentir preparada para trabalhar com inclusão. Sempre penso que não estou preparada e sei que de fato não estou.
Sei que todas as crianças são especiais, e que esse conceito de inclusão está mudando, e que precisamos aceitar cada aluno como mais um na turma, mas o medo ao novo, nos assusta.
Não saber como será essa criança "diferente" nos faz pensar em prorrogar a situação de termos em nossa sala um aluno de inclusão.
Acho que não estamos preparados para a inclusão porque poucos são os profissionais que se especializam nessa área, diante da demanda necessária para esse atendimento.
A inclusão exige um trabalho diferenciado ou pelo menos adaptado para essa criança. O professor deverá fazer atividades que contemple toda a turma, inclusive a criança de inclusão. Essa criança deve estar inserida no contexto escolar e sentir-se parte integrante da turma.
Esse é o papel do professor, de promover a integração entre os alunos para que todos auxiliem essa criança e juntos com o professor, colaborar para o desenvolvimento desse aluno de inclusão.
sábado, 16 de setembro de 2017
NASCEMOS PRECONCEITUOSOS?
Tivemos nossa primeira aula da interdisciplina de Escola, Cultura e Sociedade: abordagem sociocultural e antropológica nesta semana, e uma coisa interessante é a questão de trabalharmos o preconceito, nesta e em outras interdisciplinas.
A atividade proposta, era que em grupos de 3 pessoas, discutíssemos a questão do preconceito em vários aspectos.
Em todos os grupos, pode-se observar que, embora estejamos caminhando para um compreendimento de direitos por parte de todos na sociedade, ainda nos pegamos em certos momentos com algum preconceito presente dentro da gente, que achávamos que não tínhamos.
Unânime é a opinião de que o preconceito não nasce conosco, mas é construído dentro do ambiente familiar em que crescemos, do grupo a que fazemos parte e da sociedade em que estamos inseridos.
Se fizermos uma pesquisa sobre preconceito, a grande maioria vai dizer que não é preconceituoso, mas quando perguntarmos se conhece alguém preconceituoso, a grande maioria vai dizer que sim. Então, podemos concluir que não nos reconhecemos preconceituosos, mas no nosso íntimo, sabemos que por alguns valores passados para nós na infância, carregamos algum tipo de preconceito.
“O Brasil desconhece a si mesmo!”... por muito tempo se transmitiu a imagem de um Brasil homogêneo, sem diferenças ou promotor de uma democracia racial. (CANDAU, P. 126)
Acho que a interdisciplina nos trará grandes reflexões durante o semestre e com certeza os vídeos e s textos disponibilizados serão de grande auxílio para nossos questionamentos.
A atividade proposta, era que em grupos de 3 pessoas, discutíssemos a questão do preconceito em vários aspectos.
Em todos os grupos, pode-se observar que, embora estejamos caminhando para um compreendimento de direitos por parte de todos na sociedade, ainda nos pegamos em certos momentos com algum preconceito presente dentro da gente, que achávamos que não tínhamos.
Unânime é a opinião de que o preconceito não nasce conosco, mas é construído dentro do ambiente familiar em que crescemos, do grupo a que fazemos parte e da sociedade em que estamos inseridos.
Se fizermos uma pesquisa sobre preconceito, a grande maioria vai dizer que não é preconceituoso, mas quando perguntarmos se conhece alguém preconceituoso, a grande maioria vai dizer que sim. Então, podemos concluir que não nos reconhecemos preconceituosos, mas no nosso íntimo, sabemos que por alguns valores passados para nós na infância, carregamos algum tipo de preconceito.
“O Brasil desconhece a si mesmo!”... por muito tempo se transmitiu a imagem de um Brasil homogêneo, sem diferenças ou promotor de uma democracia racial. (CANDAU, P. 126)
Acho que a interdisciplina nos trará grandes reflexões durante o semestre e com certeza os vídeos e s textos disponibilizados serão de grande auxílio para nossos questionamentos.
sábado, 9 de setembro de 2017
Ser Professor
O que é ser professor nos dias de hoje?
Fico me perguntando porque ainda quero me qualificar cada vez mais para exercer essa profissão.
Desde minha infância, sempre tive uma vontade de ser professora e gostava de brincar de aulinha com minhas bonecas e muitas vezes bastava um quadro negro, um giz e alunos imaginários, a brincadeira estava feita.
Sonhava em um dia ter meus alunos, ser respeitada por eles e acima de tudo ser valorizada pelo meu trabalho, com um salário digno e me sentisse realizada profissionalmente.
Me sentir realizada como professora, eu me sinto. Gosto do meu trabalho, gosto dos meus alunos, enfim, amo o que faço.
Mas porque ainda tem pessoas que buscam essa profissão se há tantos alunos que perderam o respeito por seus professores, e se o governo do estado não valoriza esse profissional que forma tantos outros profissionais?
Seguidamente vemos noticiários onde alunos agridem verbal e fisicamente seus professores, sem se importar com as consequências, pois sabem que existe todo um amparo legal a menores e um atendimento psicológico a eles se for necessário.
Mas e o professor? Como fica esse profissional que foi agredido simplesmente por exercer sua profissão e querer impor aos seus alunos um mínimo de respeito e disciplina para poder dar continuidade às aulas? Fica afastado até melhorar da agressão e depois voltar ao trabalho sem ao menos ter por direito um apoio psicológico?
Como se não bastasse esse descaso, o governo estadual, que deveria manter um salario digno aos seus servidores, simplesmente decide parcelar o salário destes profissionais não se preocupando nem com as contas que estes devem pagar ao final do mês, como todo cidadão.
Em consequência disso, as escolas entram em greve e quem sai prejudicado além dos professores, são os alunos que deixam de ter aula e a educação como um todo.
Ser professor nos dias de hoje, só me resta acreditar que seja por amor, por vocação ao que se faz. Nada justifica essa missão, se não for por que gostamos de formar cidadãos.
Fico me perguntando porque ainda quero me qualificar cada vez mais para exercer essa profissão.
Desde minha infância, sempre tive uma vontade de ser professora e gostava de brincar de aulinha com minhas bonecas e muitas vezes bastava um quadro negro, um giz e alunos imaginários, a brincadeira estava feita.
Sonhava em um dia ter meus alunos, ser respeitada por eles e acima de tudo ser valorizada pelo meu trabalho, com um salário digno e me sentisse realizada profissionalmente.
Me sentir realizada como professora, eu me sinto. Gosto do meu trabalho, gosto dos meus alunos, enfim, amo o que faço.
Mas porque ainda tem pessoas que buscam essa profissão se há tantos alunos que perderam o respeito por seus professores, e se o governo do estado não valoriza esse profissional que forma tantos outros profissionais?
Seguidamente vemos noticiários onde alunos agridem verbal e fisicamente seus professores, sem se importar com as consequências, pois sabem que existe todo um amparo legal a menores e um atendimento psicológico a eles se for necessário.
Mas e o professor? Como fica esse profissional que foi agredido simplesmente por exercer sua profissão e querer impor aos seus alunos um mínimo de respeito e disciplina para poder dar continuidade às aulas? Fica afastado até melhorar da agressão e depois voltar ao trabalho sem ao menos ter por direito um apoio psicológico?
Como se não bastasse esse descaso, o governo estadual, que deveria manter um salario digno aos seus servidores, simplesmente decide parcelar o salário destes profissionais não se preocupando nem com as contas que estes devem pagar ao final do mês, como todo cidadão.
Em consequência disso, as escolas entram em greve e quem sai prejudicado além dos professores, são os alunos que deixam de ter aula e a educação como um todo.
Ser professor nos dias de hoje, só me resta acreditar que seja por amor, por vocação ao que se faz. Nada justifica essa missão, se não for por que gostamos de formar cidadãos.
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Dia do Nutricionista
31 de agosto é o dia do nutricionista.
Dia desse profissional tão essencial nas escolas, tão fundamental para a boa nutrição e consequentemente um melhor aprendizado do aluno.
Desde a educação infantil a alimentação está presente como um fator indispensável para o bom desenvolvimento da criança.
Tão importante quanto os cuidados com o pedagógico na escola, a alimentação deve ser equilibrada desde a educação infantil.
Evitar alimentos como açúcar no primeiro ano de vida é uma preocupação desse profissional na escola.
A alimentação na primeira infância deve ser o mais natural possível, sendo oferecido gradativamente os alimentos para o bebê.
Os primeiros alimentos a serem introduzidos são a papa de frutas e a sopa de legumes, sempre observando a aceitação da criança a cada nova fruta ou legume oferecido.
A ingestão de água também deve acontecer logo depois que o bebê deixa de ter a amamentação como alimentação exclusiva.
Alimentos como caldo de feijão, clara de ovo e a introdução de carne, devem ser oferecidos a partir do sétimo mês, nunca esquecendo de observar a sua aceitação pela criança.
Somente a partir de 1 ano de idade é que a criança está preparada para conhecer todos os tipos de alimentos, sempre lembrando que alimentos com calorias vazias como refrigerantes, biscoitos recheados, doces em geral e salgadinhos industrializados, não fazem falta e não trazem benefício algum para o desenvolvimento da criança.
Dia desse profissional tão essencial nas escolas, tão fundamental para a boa nutrição e consequentemente um melhor aprendizado do aluno.
Desde a educação infantil a alimentação está presente como um fator indispensável para o bom desenvolvimento da criança.
Tão importante quanto os cuidados com o pedagógico na escola, a alimentação deve ser equilibrada desde a educação infantil.
Evitar alimentos como açúcar no primeiro ano de vida é uma preocupação desse profissional na escola.
A alimentação na primeira infância deve ser o mais natural possível, sendo oferecido gradativamente os alimentos para o bebê.
Os primeiros alimentos a serem introduzidos são a papa de frutas e a sopa de legumes, sempre observando a aceitação da criança a cada nova fruta ou legume oferecido.
A ingestão de água também deve acontecer logo depois que o bebê deixa de ter a amamentação como alimentação exclusiva.
Alimentos como caldo de feijão, clara de ovo e a introdução de carne, devem ser oferecidos a partir do sétimo mês, nunca esquecendo de observar a sua aceitação pela criança.
Somente a partir de 1 ano de idade é que a criança está preparada para conhecer todos os tipos de alimentos, sempre lembrando que alimentos com calorias vazias como refrigerantes, biscoitos recheados, doces em geral e salgadinhos industrializados, não fazem falta e não trazem benefício algum para o desenvolvimento da criança.
Recomeça um novo semestre no PEAD
Mais um semestre começando e junto muitas expectativas de novas aprendizagens.
Nossa primeira aula de Seminário Integrador VI, nos fez pensar sobre o preconceito que ainda existe numa sociedade que defende tanto a diversidade.
Se pensarmos nossa trajetória de vida, podemos concluir que todos nós, em algum momento já sofreu de algum tipo de preconceito.
Preconceitos como cor, raça, gênero sexual são os mais comuns, mas ainda existem outros como a discriminação por religião e principalmente o preconceito quanto à mulher.
Durante a atividade em sala de aula, muitos grupos refletiram o preconceito no ambiente de trabalho e na sociedade em geral, todos nos fizeram pensar no porque ainda existe tanto o preconceito, se nos definimos como seres não preconceituosos.
Será um semestre de grandes reflexões, questionamentos e quem sabe de algumas conclusões.
Vamos seguir em busca de novos aprendizados, pois o semestre promete.
Nossa primeira aula de Seminário Integrador VI, nos fez pensar sobre o preconceito que ainda existe numa sociedade que defende tanto a diversidade.
Se pensarmos nossa trajetória de vida, podemos concluir que todos nós, em algum momento já sofreu de algum tipo de preconceito.
Preconceitos como cor, raça, gênero sexual são os mais comuns, mas ainda existem outros como a discriminação por religião e principalmente o preconceito quanto à mulher.
Durante a atividade em sala de aula, muitos grupos refletiram o preconceito no ambiente de trabalho e na sociedade em geral, todos nos fizeram pensar no porque ainda existe tanto o preconceito, se nos definimos como seres não preconceituosos.
Será um semestre de grandes reflexões, questionamentos e quem sabe de algumas conclusões.
Vamos seguir em busca de novos aprendizados, pois o semestre promete.
Assinar:
Postagens (Atom)
