Uma aula muito interessante foi a que tivemos com a professora Rosane na interdisciplina de psicologia.
Na oportunidade, além da professora nos explicar melhor o quadro dos estádios de desenvolvimento, também tivemos a apresentação dos vídeos de aplicação do método.
A cada vídeo assistido, fazíamos uma análise do que foi apresentado, procurando destacar o que havia de positivo e o que precisava ser melhorado.
Pequenos detalhes comentados pela professora, nos alertaram sobre como devemos agir para ter uma melhor aplicação do método.
Detalhes como: sentar ao lado da criança e não de frente, ter um certo vínculo com a criança para aplicar o método, perguntar para a criança de forma clara, para que a resposta não seja induzida, ter a certeza de que o teste aplicado é apto para a idade da criança.
O método clínico utilizado por Jean Piaget, autor da teoria
Epistemologia Genética, consiste em investigar a gênese do conhecimento construído
pelo sujeito em suas relações com o meio.
O método piagetiano é clínico no sentido de ir além do óbvio,
da resposta estereotipada, buscando compreender o ponto de vista da análise
do sujeito. As características gerais das explicações, a maneira como o indivíduo
resolve os problemas apresentados, como chega às suas explicações, buscando
também perceber se guarda coerência, se manifesta contradições.
domingo, 3 de dezembro de 2017
Diversidade
Ainda sobre o projeto que desenvolvi com meus alunos do maternal sobre diferenças, segue um poema que trabalhei com eles em sala de aula.
A diferença está no seu olhar
Trabalhando com crianças de 4 anos, um dos projetos que desenvolvi nesse semestre foi: Somos iguais e somos diferentes.
Minha proposta era que as crianças reconhecessem as diferenças existentes entre as pessoas e desenvolvessem o respeito para com todos, independente de raça, cor, sexo ou deficiência.
Começamos nosso projeto com leitura de livros que falassem sobre diversidade. O patinho feio, O menino que lia com as mãos, O elefante que queria ser diferente, entre outros.
A cada semana, desenvolvíamos atividades referente o assunto do livro. Atividades como pintura, atividades no pátio, atividades com sucata, atraindo assim a atenção e o interesse das crianças.
Uma das atividades mais interessantes foi a construção de uma cadeira de rodas com palito de picolé.
A cadeira foi construida para a boneca que foi a nossa personagem principal da aula. Uma boneca negra e sem uma perna.
Atentos ouvindo eu contar a história de Joana (nome da nossa boneca), as crianças queriam começar a fazer a cadeira para que a nossa boneca cadeirante pudesse brincar com as demais bonecas.
Percebi que as crianças não fazem essa distinção com preconceito. Todos queriam ter a oportunidade de brincar com Joana. Infelizmente, alguns valores são passados pela família e acabamos virando preconceituosos quando adultos.
Mas o importante é que na escola estamos plantando uma semente muito importante que é a diversidade. Assim, conseguiremos tratar a todos sem diferenças, pois a diferença está no seu olhar, e não no olhar de uma criança.
Minha proposta era que as crianças reconhecessem as diferenças existentes entre as pessoas e desenvolvessem o respeito para com todos, independente de raça, cor, sexo ou deficiência.
Começamos nosso projeto com leitura de livros que falassem sobre diversidade. O patinho feio, O menino que lia com as mãos, O elefante que queria ser diferente, entre outros.
A cada semana, desenvolvíamos atividades referente o assunto do livro. Atividades como pintura, atividades no pátio, atividades com sucata, atraindo assim a atenção e o interesse das crianças.
Uma das atividades mais interessantes foi a construção de uma cadeira de rodas com palito de picolé.
A cadeira foi construida para a boneca que foi a nossa personagem principal da aula. Uma boneca negra e sem uma perna.
Atentos ouvindo eu contar a história de Joana (nome da nossa boneca), as crianças queriam começar a fazer a cadeira para que a nossa boneca cadeirante pudesse brincar com as demais bonecas.
Percebi que as crianças não fazem essa distinção com preconceito. Todos queriam ter a oportunidade de brincar com Joana. Infelizmente, alguns valores são passados pela família e acabamos virando preconceituosos quando adultos.
Mas o importante é que na escola estamos plantando uma semente muito importante que é a diversidade. Assim, conseguiremos tratar a todos sem diferenças, pois a diferença está no seu olhar, e não no olhar de uma criança.
Interface entre clínica e escola
Este ano participei de um curso chamado Interface entre clínica e escola.
O curso nos possibilitou dialogar sobre as vivências que temos no cotidiano escolar com relação a inclusão e como trabalhar com pessoas deficientes.
Quando o municipio dispõe de uma equipe multidisciplinar, com psicologo, assistente social, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e médico, o professor que trabalha com essa criança com deficiência, fica melhor assistido para desempenhar o seu trabalho.
Um dos assuntos importantes que foi discutido, foi o uso de Tecnologia Assistiva. A tecnologia assistiva, aumenta ou restaura a função humana, proporcionando uma vida independente e produtiva à pessoa com deficiência.
São exemplos de tecnologia assistiva na escola os materiais escolares e pedagógicos acessíveis, a comunicação alternativa, os recursos de acessibilidade ao computador, os recursos para mobilidade, localização, a sinalização, o mobiliário que atenda às necessidades posturais, entre outros.
O curso nos possibilitou dialogar sobre as vivências que temos no cotidiano escolar com relação a inclusão e como trabalhar com pessoas deficientes.
Quando o municipio dispõe de uma equipe multidisciplinar, com psicologo, assistente social, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e médico, o professor que trabalha com essa criança com deficiência, fica melhor assistido para desempenhar o seu trabalho.
Um dos assuntos importantes que foi discutido, foi o uso de Tecnologia Assistiva. A tecnologia assistiva, aumenta ou restaura a função humana, proporcionando uma vida independente e produtiva à pessoa com deficiência.
São exemplos de tecnologia assistiva na escola os materiais escolares e pedagógicos acessíveis, a comunicação alternativa, os recursos de acessibilidade ao computador, os recursos para mobilidade, localização, a sinalização, o mobiliário que atenda às necessidades posturais, entre outros.
domingo, 26 de novembro de 2017
Formação para professores
Assim como toda a profissão, ser professor exige que o profissional tenha que estar sempre se atualizando.
Professor é o profissional que forma as outras profissões. E essa responsabilidade o professor carrega consigo a vida toda.
Temos um papel importante na formação de cidadãos críticos e participantes de uma sociedade tão competitiva na atualidade.
A formação continuada para professores deve ser vista como uma necessidade de mudança de paradigma de ensino, de um modelo passivo, onde o professor só transmite o que sabe, para um modelo de desenvolvimento de habilidades e competências.
Morin (2001) ressalta o papel do docente frente ao uso das tecnologias de informação e comunicação de forma apropriada e contextualizada, mantendo- se sempre em constante atualização e preparação para desempenhar sua função.
O processo de atualização e formação docente, não se restringe ao momento da formação inicial, pois ele se prolonga por todo o trajeto profissional do docente, mediante uma relação dialética, defendida por Freire (2008) como essencial na prática pedagógica, quando coloca que “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”.
Professor é o profissional que forma as outras profissões. E essa responsabilidade o professor carrega consigo a vida toda.
Temos um papel importante na formação de cidadãos críticos e participantes de uma sociedade tão competitiva na atualidade.
A formação continuada para professores deve ser vista como uma necessidade de mudança de paradigma de ensino, de um modelo passivo, onde o professor só transmite o que sabe, para um modelo de desenvolvimento de habilidades e competências.
Morin (2001) ressalta o papel do docente frente ao uso das tecnologias de informação e comunicação de forma apropriada e contextualizada, mantendo- se sempre em constante atualização e preparação para desempenhar sua função.
O processo de atualização e formação docente, não se restringe ao momento da formação inicial, pois ele se prolonga por todo o trajeto profissional do docente, mediante uma relação dialética, defendida por Freire (2008) como essencial na prática pedagógica, quando coloca que “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”.
domingo, 19 de novembro de 2017
A escola em que trabalho
Na interdisciplina Escola, Cultura e Sociedade: Abordagem Sociocultural e Antropológica, uma das atividades propostas foi muito interessante. Tivemos que contar a história da escola em que trabalhamos.
Bem, a escola em que trabalho, tem o nome de Escola Municipal de Educação Infantil Irmã Sibila Ana Burin. A escola recebeu esse nome em homenagem à Irmã Sibila, que como freira, foi por 20 anos diretora de uma escola no municipio de Esteio e depois esteve à frente de um Centro Social, com atividades sócio-educativas, que atendia crianças no turno inverso à escola.
Irmã Sibila foi muito reconhecida pelo seu trabalho de assistência à crianças com vulnerabilidade social no município de Esteio, vindo a falecer de câncer no ano de 2010. O nome da escola foi escolhido em uma assembléia da câmara de vereadores de Esteio.
A escola faz parte do projeto PRO INFÂNCIA, do governo federal e atende 170 crianças de 0 a 5 anos de idade.
Porque gostei de fazer essa atividade? Antes de me tornar professora, tive a oportunidade de trabalhar como nutricionista neste Centro Social, tendo como diretora a Irmã Sibila. Observando meu trabalho, a então diretora, me incentivou a cursar magistério e posteriormente pedagogia. Assim que fui aprovada no concurso, pensei que quando fosse chamada, seria para trabalhar nessa escola. Assim, vejo que a escola em que trabalho, tem uma história muito especial comigo. Carrego boas lembranças na memória do tempo em que trabalhei sob a direção de Irmã Sibila.
Bem, a escola em que trabalho, tem o nome de Escola Municipal de Educação Infantil Irmã Sibila Ana Burin. A escola recebeu esse nome em homenagem à Irmã Sibila, que como freira, foi por 20 anos diretora de uma escola no municipio de Esteio e depois esteve à frente de um Centro Social, com atividades sócio-educativas, que atendia crianças no turno inverso à escola.
Irmã Sibila foi muito reconhecida pelo seu trabalho de assistência à crianças com vulnerabilidade social no município de Esteio, vindo a falecer de câncer no ano de 2010. O nome da escola foi escolhido em uma assembléia da câmara de vereadores de Esteio.
A escola faz parte do projeto PRO INFÂNCIA, do governo federal e atende 170 crianças de 0 a 5 anos de idade.
Porque gostei de fazer essa atividade? Antes de me tornar professora, tive a oportunidade de trabalhar como nutricionista neste Centro Social, tendo como diretora a Irmã Sibila. Observando meu trabalho, a então diretora, me incentivou a cursar magistério e posteriormente pedagogia. Assim que fui aprovada no concurso, pensei que quando fosse chamada, seria para trabalhar nessa escola. Assim, vejo que a escola em que trabalho, tem uma história muito especial comigo. Carrego boas lembranças na memória do tempo em que trabalhei sob a direção de Irmã Sibila.
sábado, 11 de novembro de 2017
Alunos superdotados
Antigamente, acreditava-se que o aluno superdotado era aquele que era muito inteligente e se destacava por suas melhores notas na turma. Ainda há quem pense assim nos dias de hoje.
A criança com altas habilidades destaca-se por desenvolver alguma habilidade especifica de forma prematura.
Segundo Ourofino e Guimarães (2007) as altas habilidades podem ser definidas, por uma assincronia, ou seja, uma ou mais funções que se desenvolvem primeiro ou mais que as outras. A pessoa com altas habilidades tem um desenvolvimento desigual nos diferentes aspectos que a constituem.
São características de crianças com altas habilidades:
Alto grau de curiosidade;
Boa memória;
Atenção concentrada;
Persistência;
Independência e autonomia;
Interesse por áreas e tópicos diversos;
Facilidade de aprendizagem;
Criatividade e imaginação;
Iniciativa;
Liderança;
Vocabulário avançado para a idade cronológica;
Riqueza de expressão verbal (elaboração e fluência de ideias);
Habilidade para considerar pontos de vista de outras pessoas;
Facilidade para interagir com crianças mais velhas ou adultos;
Habilidades para lidar com ideias abstratas;
Habilidade para perceber discrepâncias entre ideias e pontos de vista;
Interesse por livros e outras fontes de conhecimento;
Alto nível de energia;
Preferência por situações/objetos novos;
Senso de humor;
Originalidade para resolver problemas.
Infelizmente em nossas escolas, o que ainda vemos é a falta de formação de profissionais para trabalhar com esses alunos, o que dificulta o aprendizado e crescimento dessas crianças.
A criança com altas habilidades destaca-se por desenvolver alguma habilidade especifica de forma prematura.
Segundo Ourofino e Guimarães (2007) as altas habilidades podem ser definidas, por uma assincronia, ou seja, uma ou mais funções que se desenvolvem primeiro ou mais que as outras. A pessoa com altas habilidades tem um desenvolvimento desigual nos diferentes aspectos que a constituem.
São características de crianças com altas habilidades:
Alto grau de curiosidade;
Boa memória;
Atenção concentrada;
Persistência;
Independência e autonomia;
Interesse por áreas e tópicos diversos;
Facilidade de aprendizagem;
Criatividade e imaginação;
Iniciativa;
Liderança;
Vocabulário avançado para a idade cronológica;
Riqueza de expressão verbal (elaboração e fluência de ideias);
Habilidade para considerar pontos de vista de outras pessoas;
Facilidade para interagir com crianças mais velhas ou adultos;
Habilidades para lidar com ideias abstratas;
Habilidade para perceber discrepâncias entre ideias e pontos de vista;
Interesse por livros e outras fontes de conhecimento;
Alto nível de energia;
Preferência por situações/objetos novos;
Senso de humor;
Originalidade para resolver problemas.
Infelizmente em nossas escolas, o que ainda vemos é a falta de formação de profissionais para trabalhar com esses alunos, o que dificulta o aprendizado e crescimento dessas crianças.
Assinar:
Postagens (Atom)


