Final de curso e início de escrita do trabalho de conclusão do curso.
Sem dúvidas é o semestre mais prazeroso, mas também o de maior angústia e ansiedade.
Horas de pesquisa, leitura, envio de escrita para a orientadora, retorno com as considerações da orientadora, reenvio de escrita....até que é aprovado.
Sem dúvidas, uma grande satisfação receber essa resposta da orientadora do trabalho.
Parte-se então para uma nova etapa, a de montar a apresentação.
Embora seja uma apresentação de algo que eu escrevi, acredito ser natural a tensão nessa elaboração. Saber que através desse trabalho e dessa apresentação você está sendo avaliado, não é algo confortável. Gera uma sensação de ansiedade até chegar esse momento.
Mas vamos em frente!
É reta final e não devemos nunca desistir dos nossos sonhos. Superando os desafios que aparecem no caminho e aprendendo com isso.
Foi gratificante percorrer esse caminho de aprendizado, de fazer novas amizades, de conhecer novos profissionais educadores e principalmente de me tornar pedagoga.
Tudo valeu a pena, e nada foi vão!
sábado, 8 de junho de 2019
sábado, 25 de maio de 2019
Aplicativos móveis na educação
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Nessa atividade do Seminário Integador IX, de escolher 10
postagens para reescrever, minha última postagem escolhida não poderia deixar
de ser para falar sobre tecnologia.
Sempre fui meio desconectada do uso frequente da tecnologia
e sua real aplicabilidade em nossos dias para o trabalho, lazer, agenda ou
estudo.
Mas como que por ironia, minha orientadora de estágio sempre
questionava como eu iria aplicar a tecnologia em minhas atividades com a turma
de berçário 1 durante o estágio supervisionado.
No início cheguei a pensar que não teria como, mas
reconhecendo ao longo do curso, que a tecnologia deve sim ser usada na educação
para facilitar o aprendizado, comecei a inserir atividades com interação tecnológica
para os bebês e os equipamentos eletrônicos passaram a ser meus aliados nesse
processo de estimulação, que é tão importante no berçário.
Usei muitos brinquedos sonoros, com luzes piscantes que
atraiam a atenção dos pequenos, que ao ouvir o som emitido pelo equipamento,
tentavam imitar com balbucio o som correspondente. Também com o uso do celular,
através de cantigas com animação, as crianças tentavam movimentar-se para imitar
os gestos e sons que apareciam nas imagens, bem como, deslizavam o dedo sobre a
tela do celular para passar para a imagem seguinte.
Observei que o uso da tecnologia com bebês deve ser de forma
interativa. O adulto deve fazer esse
papel de interagir com a criança contando com o auxílio do equipamento tecnológico,
tornando essa ferramenta sua aliada no processo de ensino/aprendizagem.
Entrando na reta final do curso, compreendo o quanto é
importante o uso de recursos tecnológicos na educação, o quanto não se pode
excluir essas ferramentas das aulas e como o professor deve cada vez mais
conhecer novos recursos para ofertar aulas mais prazerosas e condizentes com o
dia a dia do aluno. O aluno a cada dia conhece um novo aplicativo ou uma nova
ferramenta tecnológica, e esta passa a fazer parte do seu cotidiano, não
cabendo à escola banir esses recursos de seu ambiente, mas sim, agrega-los às
suas práticas pedagógicas.
segunda-feira, 6 de maio de 2019
Aprendizagem Móvel
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A aprendizagem móvel é um modelo educacional, onde o aluno
dispõe de aprendizado através dos aplicativos disponíveis em seu tablet,
celular ou notebook, esteja o aluno onde estiver.
Este modelo de aprendizagem, também conhecido como m-learning
vem crescendo e contribuindo para um novo conceito de aprendizagem individual, onde
não há troca ou interatividade, mas sim um interesse de aprender do aluno, que
busca através de seu tempo construir seu conhecimento.
No decorrer do curso, fui me interessando mais pelo uso da
tecnologia por perceber que esse é um recurso do qual não podemos ficar sem
usar, pois corremos o risco de ficarmos excluídos de uma sociedade que vive de
interatividade, do uso de aplicativos, de ferramentas virtuais no dia a dia
para o lazer, estudo e trabalho.
Através de disciplinas como: Educação e Tecnologias da
Informação e da Comunicação, Educação à Distância e Ambientes de Aprendizagem, dos
cursos de extensão para conhecer e usar as ferramentas PBWorks e Evernote, fui
despertando para o quanto o uso da tecnologia facilita nossa vida na
atualidade.
Hoje a tecnologia faz parte do cotidiano das pessoas e
deixou de ser um recurso a mais, para se tornar um pré-requisito para o
desempenho de nossas funções, seja para estudos, trabalho ou diversão, haja
vista, o crescente uso por crianças de equipamentos tecnológicos. Basta largar
um celular na mão de uma criança que rapidamente ela descobre facilidades no
aparelho, que muitas vezes passa despercebido pelo adulto que ainda não domina
o recurso.
A aprendizagem móvel vem contribuir para um ensino inovador
e de qualidade, em que o aluno vai mediando seu aprendizado com o tempo e local
disponível para adquirir seu conhecimento.
segunda-feira, 29 de abril de 2019
EAD no Brasil
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Porque resolvi reescrever essa postagem?
Primeiramente, gostaria de expressar minha satisfação em
cursar um curso de graduação na modalidade EAD e também de frequentemente
realizar algum curso de extensão nessa modalidade.
Assim que iniciei o PEAD, tinha minhas dúvidas se iria
conseguir acompanhar as atividades e ter a devida compreensão necessária para
adquirir conhecimento na área, me tornando assim pedagoga.
No decorrer do curso, meu conceito sobre educação à
distância foi se modificando e quando iniciei a interdisciplina Educação à
distância e ambientes de aprendizagem, tive a certeza de que a modalidade de
ensino à distância, é uma realidade presente em nossa sociedade e veio para facilitar
a educação no Brasil, bem como, aumentar o índice de pessoas com acesso à
educação universitária no país.
Hoje a educação à distância é uma realidade necessária e
muito eficaz na vida movimentada que temos no cotidiano. A possibilidade de nos
conectarmos com o conhecimento no local e horário em que desejarmos, através de
uma aula virtual, chats ou leituras, reafirma o conceito de que o estudo não tem
fronteiras, possibilitando assim que o acesso à universidade seja ampliado e
mais pessoas possam usufruir dessa
modalidade de ensino.
Inúmeros são os benefícios da educação à distância, além do custo
ser mais acessível que os cursos presenciais, não há custos com deslocamento
até a universidade, há uma grande interação entre alunos e aluno com o professor,
há disponível diversas plataformas virtuais de aprendizagem e o reconhecimento
de um curso à distância tem o mesmo valor que o ensino presencial.
Por todas essas razões, é que resolvi reescrever sobre EAD.
Porque acredito que o crescimento desta modalidade de ensino é uma tendência
que só tem a aumentar e contribuir assim para elevar os índices de educação no
país.
segunda-feira, 22 de abril de 2019
A diferença está no seu olhar
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Trabalhar com a diversidade é fundamental desde a educação
infantil e durante o ano todo. Numa cultura onde se discrimina qualquer tipo de
preconceito, mas que infelizmente vemos diariamente esses rótulos acontecerem
na sociedade em que vivemos, a criança começa a criar seus conceitos do que é
certo ou errado, do que é aceito e o que não é aceito, a partir do meio em que
ela está inserida.
No contexto familiar, os costumes são passados através das
gerações e as crianças carregam consigo sua bagagem de conhecimento para a
escola.
Ao longo do curso, tive a oportunidade de trabalhar sobre diversidade
com diferentes turmas, desde o berçário até o pré. A criança gosta de brincar
com criança e não rejeita a companhia de outra criança, independente de sua
aparência, cor ou deficiência.
O que observei nessas turmas, é que em torno de 4 anos de
idade, a criança passa a expressar falas que ouve em casa e muitas vezes
carregadas de preconceito, demonstrando em atitudes esse comportamento. Algumas
crianças não queriam dar a mão pra determinado colega ou não queriam sentar na
mesma mesa que outra criança.
Numa oportunidade de reunião com os pais de uma turma, tive
a oportunidade de abordar o tema diversidade que estávamos trabalhando na
época. Solicitei aos pais o auxilio deles para que tivessem um diálogo com seus
filhos em casa, e falassem sobre a importância do respeito às diferenças.
A solicitação foi aceita e houve uma significativa melhora
no comportamento das crianças, mas essa ação deve fazer parte de um processo contínuo,
sendo trabalhado com as crianças ao longo de todo o ano, e não de forma isolada
como vemos ser abordado em algum projeto.
Segundo os Referenciais Curriculares Nacionais para a
Educação Infantil “para que seja incorporada pelas crianças, a atitude de
aceitação do outro em suas diferenças e particularidades precisa estar presente
nos atos e atitudes dos adultos com quem convivem na instituição” (BRASIL,
1998, p.41).
sexta-feira, 12 de abril de 2019
Formação para professores
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A formação continuada para professores é essencial para sua
qualificação profissional, pois através da atualização na área da educação, o
professor consegue trazer inovação para sua prática diária, adquire novos
conhecimentos e torna suas aulas mais dinâmicas.
É o exercício de uma prática pedagógica de qualidade diretamente
relacionado à formação de profissionais alicerçados em uma fundamentação teórica
consistente, associada à continua articulação entre a teoria e a prática.
Cada professor tem um jeito de encarar a formação. Alguns
entendem como um enriquecimento para seu currículo, outros consideram que não
fará diferença em participar, principalmente se esse professor for concursado.
Observo uma certa acomodação por parte dos professores
concursados e uma resistência em querer
se qualificar. Muitos acham que por já estarem “garantidos” no emprego, não
necessitam mais fazer cursos e cumprem seus horários de trabalho numa zona de
conforto.
A formação continuada é vista como um processo permanente e
constante de aperfeiçoamento dos saberes necessários à atividade dos
educadores.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aprovada em dezembro de 2017, coloca a formação
continuada dos professores como pauta obrigatória nas escolas, o que torna essa
formação ainda mais importante para as instituições.
Atualmente existem cursos através de ferramentas digitais,
que oferecem uma infinidade de cursos online, onde o professor pode
atualizar-se na hora e local onde estiver, facilitando assim a busca por
aperfeiçoamento.
Talvez o que desmotive um pouco o professor na busca por
novos conhecimentos, seja a falta de incentivo por parte do governo em
reconhecimento a sua profissão. Claro que qualificar-se não requer de um
incentivo, mas de um desejo de cada profissional, porém, a valorização do
professor ainda não acontece de fato, visto que muitos apresentam salários
parcelados e lecionam em escolas sem a infra estrutura necessária para o bom
desempenho de suas atividades.
quinta-feira, 11 de abril de 2019
Ética do Professor
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Quando falamos em ética, logo pensamos em ser correto,
íntegro.
Mas e na escola, o que é ser ético como professor?
Desde minha caminhada na educação durante o curso do Pead,
tenho observado a postura dos professores na escola em que trabalho.
Ser ético é ser justo. O professor precisa ter uma postura
que destaquem características como:
- saber ouvir
- saber expressar suas opiniões com os alunos, com o corpo
docente e com responsáveis
- vestir-se de acordo
com o local de trabalho, usando roupas confortáveis, mas com descrição.
- ter bom relacionamento com toda a comunidade escolar
- não rotular os alunos com apelidos
- trabalhar em equipe
- respeitar a opinião dos colegas professores e alunos da
escola
Ética é fundamental em todas as profissões, mas o professor
tem o poder de inspirar comportamentos, sendo modelo de referência para seus
alunos.
A ética do professor também implica que este profissional
não expresse diretamente sua opinião a respeito de assuntos que não venham a
acrescentar na matéria ou até mesmo que acrescentem, porém sejam polêmicos como
é o caso de política e religião.
Lamentavelmente, o que vemos é que muitos profissionais
ainda não sabem como exercer a ética profissional na escola, esbarrando em
detalhes tão simples como a maneira de se vestir e o trabalho em equipe.
quarta-feira, 10 de abril de 2019
Ser Professor
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Em setembro de 2017 fiz essa postagem sobre o que ser professor
atualmente. Passado pouco mais de um ano, observo que não tivemos muita
modificação em relação ao tratamento recebido pelos professores por parte dos
governantes.
Embora tenha diminuído o número de jovens que cursam
vestibular para cursos de Licenciatura ou optam por fazer no ensino médio o
curso Normal, ainda vemos jovens com a vocação e o desejo de ensinar, de estar
numa sala de aula.
Atualmente a educação sofre com a falta de professores e os
alunos saem prejudicados por ficar sem aula em dias que não há profissionais
para estar na sala de aula.
Infelizmente os dias vão passando e essas horas/aulas são
recuperadas com trabalhos e não contemplam a aula dada como deveria, com
explicação da matéria, com questionamentos por parte dos alunos, e devido a
isso, a educação não atinge os índices satisfatórios do Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Frente a isso, após a eleição, novos governantes tomaram
posse e cresce o desejo na população de uma transformação, de uma modernização
no que se refere à educação. Há sempre uma esperança de que as coisas vão melhorar e que aos
poucos o ensino vai sendo qualificado e
os profissionais dessa área sejam valorizados como de fato merecem, com
incentivos para a formação qualificada, com salários compatíveis com a função
que desempenham.
Que possamos recuperar o brilho no olhar do professor para
que este sinta prazer em desempenhar seu
trabalho e sinta o desejo de se qualificar, tendo a certeza de que a sua
valorização é uma questão de direito.
terça-feira, 9 de abril de 2019
Nascemos preconceituosos?
Postagem 3
Postagem original disponível em:
Trabalhar com educação, nos faz conviver com diferentes
culturas, hábitos e costumes tradicionais nas famílias que diferem de uma para
a outra, mas todas trazem valores que são passados de gerações para gerações.
Na escola, precisamos abordar temas como diversidade,
cultura indígena, consciência negra, entre outros temas.
Durante o curso de pedagogia, sempre procurei relacionar
meus aprendizados de aula à prática na escola, e certas situações são bastante
desafiadoras quando abordamos principalmente as diferenças.
A criança não demonstra ter o preconceito, mas emite a fala
que ouve em seu contexto familiar. Ao crescer com esse costume, pode tornar-se
um adulto preconceituoso.
Em uma atividade que fizemos no Pead, tínhamos que realizar
uma enquete onde as pessoas respondiam as seguintes perguntas:
- Você é preconceituoso?
- Você conhece alguém preconceituoso?
As respostas para a primeira pergunta obteve resposta
negativa em 80%, já para a segunda pergunta, a resposta afirmativa foi que
obteve 80%.
Nesse exercício, observamos que a grande maioria das pessoas
não se vê como uma pessoa preconceituosa, mas quando análise não é de si
própria, ela reconhece o preconceito em outras pessoas.
Para SARMENTO & PINTO “as circunstâncias e condições de
vida das crianças, contemporaneamente, enquadráveis naquilo que tem sido uma
das mais constantes facetas da infância: o caráter paradoxal como elas são
consideradas pelas sociedades dos adultos.” (1997,p.11)
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Avaliar na Educação Infantil
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O processo de avaliação na educação infantil não requer somente
um parecer descritivo da criança. É preciso uma observação diária minuciosa de
como a criança reage ao que é proposto pela professora. Observar como a criança
se relaciona com colegas, suas interações com o grupo, suas participações a
cada atividade, seus interesses, preferências, suas expressões diante do que é
exposto.
Nessa trajetória do curso do Pead fui aprimorando minha
forma de avaliar as crianças. Através do vídeo Caramba Carambola o Brincar tá
na Escola, disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=_lQWGDV81Vs
da interdisciplina Infâncias de 0 a 10
anos, a coordenadora do projeto Brincar, Maria Lúcia Medeiros, diz que é preciso
ofertar materiais para as crianças para que essas possam criar, conhecer-se a
si e ao outro, experimentar as possibilidades do seu corpo, para não limitar o seu conhecimento.
Através do que é ofertado de materiais pela escola, a
criança pode desenvolver suas habilidades e através de observações feitas pelo professor
durante o período que a criança passa na
escola, o professor obtém dados para ter informações precisas do que vamos
colocar na avaliação da criança, levando em consideração sempre, que cada
criança tem seu tempo de aprendizado, umas desenvolvendo algumas habilidades
antes das outras.
A criança é um ser único, não devendo ser tecidas comparações
com outras crianças, mas analisando uma a uma, considerando que cada criança
tem seu tempo de aprender e que o tempo de cada criança é diferente uma da outra.
domingo, 7 de abril de 2019
Sobre a postagem do PA
Postagem original disponível em:
Esta postagem refere-se à aplicação de Projetos de Aprendizagem
no maternal II.
Nunca havia trabalhado com projetos de aprendizagem até ter
essa experiência com a turma de maternal.
De certa forma, tudo que é novo ou feito pela primeira vez,
gera um pouco de ansiedade e dúvida se vai dar certo.
Ao conversar com a supervisora da escola, recebi o apoio
necessário para desenvolver meu trabalho através do PA.
No município de Esteio, de acordo com a Base Municipal Comum
Curricular (BMCC), que foi elaborada a partir de reuniões com professores e
coordenação da Secretaria de Educação Municipal, “as crianças das turmas de Maternais
são falantes, espontâneas, desbravadoras, egocêntricas, questionadoras,
curiosas, surpreendentes e com um desejo imenso de viver plenamente a sua
infância, devendo, esse, ser um direito garantido a todas as crianças.”
Seguindo esse documento, comecei o PA levantando
questionamentos com as crianças sobre a amizade do grupo.
O que é ser amigo? Que atitudes nos faz serem amigos? E também
perguntas contrárias, como: O que não posso fazer com meu amigo? O que não
gostaria que fizessem comigo?
Diante das respostas passamos a ouvir histórias que falassem
sobre amizade e outros valores importantes para a boa convivência entre os
colegas da turma. Assim, desenvolvemos atividades referentes ao assunto e com a participação de todas as crianças.
Trabalhar com PA foi uma experiência diferente e também
satisfatória em relação ao amadurecimento
da turma. Após o seu término, era possível observar em situações cotidianas, que
as próprias crianças lembravam umas as outras o que pode e o que não pode fazer
para se preservar a amizade.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
Gestão Escolar Democrática
Postagem 10 – Quarto semestre - de 15/07/17
Nesse semestre estudamos muito como deve ser uma gestão
escolar democrática.
Esse tipo de gestão escolar, deve envolver todos os segmentos da escola em qualquer tomada de decisão.
Esse tipo de gestão escolar, deve envolver todos os segmentos da escola em qualquer tomada de decisão.
A gestão democrática é entendida como a participação efetiva dos vários segmentos da comunidade escolar, pais, professores, estudantes e funcionários na organização, na construção e na avaliação dos projetos pedagógicos, na administração dos recursos da escola, enfim, nos processos decisórios da escola.
A gestão democrática implica um processo de participação coletiva. Sua efetivação na escola pressupõe instâncias colegiadas de caráter deliberativo, bem como a implementação do processo de escolha de dirigentes escolares, além da participação de todos os segmentos da comunidade escolar na construção do Projeto Político-Pedagógico e na definição da aplicação dos recursos recebidos pela escola.
A participação nesses segmentos, não se apresenta de maneira
padronizada. Constitui-se em atitudes e disposição de aprendizagem e de
mudanças culturais a serem construídas no cotidiano escolar.
Entre as formas de participação que podem ser criados na
escola, destacam-se:
Conselho escolar: Trata-se de uma instância colegiada
que deve ser composta por representantes de todos os segmentos da comunidade
escolar e constitui-se num espaço de discussão de caráter consultivo e/ou
deliberativo.
Conselho de classe: deve atuar em espaço de avaliação
permanente, que tenha como objetivo avaliar o trabalho pedagógico e as
atividades da escola.
“Guarda em si a
possibilidade de articular os diversos segmentos da escola e tem por objeto de
estudo o processo de ensino, que é o eixo central em torno do qual
desenvolve-se o processo de trabalho escolar.” (DALBEN, 1995.p.16).
Associação de pais e mestres: é uma valiosa forma de
aproximação entre os pais e a instituição, contribuindo para que a educação
ultrapasse os muros da escola e a democratização da gestão seja uma conquista
possível.
Grêmio estudantil: é um mecanismo de participação dos
estudantes nas discussões do cotidiano escolar e em seus processos decisórios.
Numa escola que tem como objetivo formar indivíduos
participativos, críticos e criativos, a organização estudantil adquire
importância fundamental, à medida que se constitui numa “instância onde se
cultiva gradativamente o interesse do aluno, para além da sala de aula” (VEIGA,
1988, p.113).
Através da interdisciplina desse semestre, aprendemos também os diferentes tipos de gestão existentes e conseguimos avaliar nossas escolas quanto à gestão. O tipo de gestão que predomina, seu funcionamento, sua relação entre teoria e prática, bem como o que pode ser melhorado na gestão escolar.
sábado, 8 de dezembro de 2018
Os trabalhos em grupo no PEAD
Postagem 9 – quarto semestre de 10/07/17
Porque resolvi escrever sobre os trabalhos em
grupo??
Desde que me tornei estudante, lá no ensino
fundamental, os trabalhos em grupo acompanham a vida do estudante.
Sem dúvidas, é uma forma de aprendizado onde há
muita troca de conhecimentos, experiências e muito contribui para nosso
desenvolvimento na trajetória escolar.
Sempre defendi muito as conversas que temos nesses
trabalhos em grupos nas aulas presenciais, pois só nos enriquece conhecer a
forma de trabalhar do colega e também é importante a contribuição que podemos
transmitir para o nosso grupo através de nossa experiência.
Mas, especificamente no PEAD, sinto muita dificuldade
quando o trabalho é à distância, ou seja, quando não podemos nos encontrar em
nenhum momento para conversar sobre o desenvolvimento do trabalho.
Muitas vezes conseguimos conversar somente por
mensagens de telefone, email, chat e em alguns momentos fica difícil estarmos
todos conectados na mesma hora, o que nos exige maior tempo disponível
esperando uma resposta por parte do grupo, e certas vezes o tempo se torna
nosso inimigo, pois a data prevista para postagem do trabalho se aproxima.
Esse semestre
foi bem vivenciado isso pela turma, foram duas interdisciplinas que nos
exigiram trabalhos desse tipo.
Sei que isso é uma tendência natural dos cursos à
distância e uma habilidade que devemos começar a dominar, mas quando a internet
resolve nos virar as costas, não tendo conexão, ou quando não estamos online no
mesmo momento que o colega, a tecnologia vira nossa inimiga.
Nesses momentos sinto saudade daqueles trabalhos em
grupo lá dos tempos de nossa infância, em que nos reuníamos na casa do colega
que morava mais próximo de todos e numa tarde se fazia todas as combinações
para o desenvolvimento do trabalho.
Mas a tecnologia está aí, e os cursos à distância,
cada vez crescendo mais e nos proporcionando novos desafios e novas formas de
estudar e aprender.
Teóricos como Dewey (1950), Freire (2009), Rogers
(1973), Novack (1999), entre outros, enfatizam, há muito tempo, a importância
de superar a educação bancária, tradicional e focar a aprendizagem no aluno,
envolvendo-o, motivando-o e dialogando com ele.
O articulador das etapas individuais e grupais é a
equipe docente (professor/tutor) com sua capacidade de acompanhar, mediar, de
analisar os processos, resultados, lacunas e necessidades, a partir dos
percursos realizados pelos alunos individual e grupalmente.
Ao reescrever essa postagem do blog, pude perceber
meu crescimento e mudança de pensamento em relação aos trabalhos em grupo. Ao
longo do curso, compreendi que a tecnologia deve ser uma aliada nossa em todos
os momentos do dia, seja na escola, na vida profissional e até mesmo para uma
agenda diária, onde podemos contar com aplicativos que nos permitem gerenciar
as horas do dia, distribuindo os afazeres domésticos, lazer, profissional e
estudos.
Os métodos tradicionais, que privilegiam a
transmissão de informações pelos professores, faziam sentido quando o acesso à
informação era difícil. Com a internet e a divulgação aberta de muitos cursos e
materiais, podemos aprender em qualquer lugar, a qualquer hora e com muitas
pessoas diferentes. Isso é complexo, necessário e um pouco assustador, porque
não temos modelos prévios bem sucedidos para aprender de forma flexível numa
sociedade altamente conectada. (ALMEIDA & VALENTE, 2012).
Cabe a nós, nos capacitar e entrar cada vez mais
nesse mundo virtual e tão necessário nos dias de hoje.
domingo, 25 de novembro de 2018
Feira de ideias
Postagem 8 – quarto semestre de 26/05/17
Na educação infantil, trabalhamos
muito com sucatas como um material concreto.
Na escola em que trabalho, nossa Feira de Ideias acontece anualmente como uma mostra das atividades realizadas com as crianças.
Na escola em que trabalho, nossa Feira de Ideias acontece anualmente como uma mostra das atividades realizadas com as crianças.
Procuramos expor nessa feira,
trabalhos feitos com sucatas (papelão, rolo papel higiênico, copos iogurte,
tampinhas de garrafa, caixas, potes, entre outros).
Todo brinquedo confeccionado com
material reciclável tende a despertar nas crianças novos interesses, além da
criatividade, possibilidades de transformar objetos e também habilidade na
confecção de brinquedos.
Cada atividade proposta, parte de
uma investigação que a criança tem curiosidade. Podemos começar através da leitura
de um livro, de um questionamento em sala e assim começamos a criar.
Através de uma história, além de criar personagens com sucata , também trabalhamos diferentes atividades que desenvolvem a motricidade fina, como rasgar papéis, colagem, pontilhar o caminho desenhado no papel, amassar bolinha de papel, aprender a usar a tesoura para recorte.
Assim são criados vários trabalhos que são verdadeiras obras de arte.
Piaget nos diz que a criança
exploradora, constrói seu conhecimento, dando ênfase na relação do ambiente com
o indivíduo, compreende a utilidade e funcionamento das estruturas do mundo.
Vygotsky aponta o brincar na
primeira infância, um meio para o desenvolvimento psicológico e sociocultural
da criança.
Wallon defende o brincar e o
brinquedo juntos como uma forma de estruturação do eu da criança. Esse é um
meio que possibilita a construção da personalidade.
Trabalhar e brincar com brinquedo
reciclado, não é apenas lazer, estimulação da criatividade ou outros aspectos
na criança. Trabalhar com sucata, é algo mais complexo, pois ao ter essa
prática, exercemos uma ação direta no meio ambiente e no comportamento humano.
domingo, 18 de novembro de 2018
Projetos de Aprendizagem
Postagem 7 (terceiro semestre) de 23/12/16
Trabalhar com projetos de aprendizagem em sala de aula,
amplia nossas possibilidades de construção de conhecimento de forma mais
global, tendo como eixo a aprendizagem significativa. Parte da escolha de um tema
de interesse do grupo para pesquisar.
Possibilita o diálogo com a realidade dos alunos, ampliando
seus conhecimentos, com as diversas áreas de conhecimento e fomenta a
perspectiva de trabalho coletivo entre professor e alunos. Os alunos constroem seu
processo de aprendizagem a partir do momento em que sanam dificuldades e buscam
aprofundamentos.
Trabalhar com projetos, possibilita responder a problemas
colocados pelos alunos, questões de seus interesses.
O professor passa a ser um mediador do processo de
construção do conhecimento, além de aprendiz. O aluno é o elemento central da
construção do conhecimento, visto e respeitado como sujeito, trazendo suas
experiências e sendo respeitado seu ritmo de aprendizagem.
Segundo Buck Institute for Education (2008), a pedagogia de
projetos pode favorecer o trabalho do professor para conseguir um alto
desempenho junto com seus alunos, como foco na aprendizagem de qualidade e
possibilitando uma possível interferência junto à comunidade.
Para Martins (2007), o projeto deve estimular nos alunos a
necessidade de busca de soluções para as questões propostas, considerando seus
saberes prévios proporcionando assim um aprimoramento e o desenvolvimento das
próprias competências como instrumentos de aprendizagem e compreensão da
realidade.
Nossa última aula de Seminário Integrador IV, foi de
apresentações dos projetos de aprendizagem realizada pelos grupos de alunos que
foram formados na aula anterior.
Durante as apresentações, pude assistir a uma variedade enorme de temas curiosos. Projetos muito bem elaborados, outros sendo construídos e em andamento.
As certezas e dúvidas de nosso grupo foram sanadas? Não totalmente. Mas foi muito rico assistir a tudo isso e ver o quanto ainda temos para pesquisar.
Começamos com um norte, mas conforme íamos seguindo adiante, o rumo se modificava e outras dúvidas surgiam.
Achei um pouco difícil essa atividade, já que, cada uma do nosso grupo é de uma cidade e tem seus afazeres durante o dia, restando muitas vezes, somente nossos encontros presenciais e conversas pelo whatsap, parecendo em alguns momentos, que não iríamos conseguir alcançar o objetivo.
Mas estamos caminhando, com a certeza que estamos sempre em busca de novas respostas, novas pesquisas e algumas conclusões.
O certo é que nossos projetos continuam e seguem em frente.
sábado, 17 de novembro de 2018
Ciências
Postagem 6 (terceiro semestre) – de 23/12/16
Na interdisciplina
Representação do Mundo pelas Ciências Naturais, aprendi bastante sobre como
fazer da aula de ciências uma aula prazerosa e atrativa para os alunos.
A criança, por si só, é bastante curiosa, e para que a criança goste da
aula, é preciso trazer novidades e instigar a sua curiosidade, fazendo-a
participar.
Na educação
infantil segundo Craidy e Kaercher (2001), ao ensinar ciências, o professor
deve propiciar ao seu aluno a interação com diferentes materiais, observação e
registro de muitos fenômenos, além de explicações que façam a criança construir
conhecimentos e valores.
Como trabalho com berçário, pensei em como seria fazer ciências com meus alunos.
Curiosos eles são, atenção também é uma característica da idade.
O contato da criança
com o ensino de ciências é muito pertinente, uma vez que, crianças dessa faixa
etária são naturalmente curiosas, investigativas e observadoras, demonstram
bastante interesse em conhecer o mundo que a cerca, a partir dos estímulos
recebidos através dos professores e seus métodos de trabalharem com esses
interesses.
Por essa razão, certo
dia coloquei em meu planejamento uma pintura com gelo colorido.
Misturando corante alimentício colorido na água, fiz gelo para meus alunos pintarem uma folha em branco.
Misturando corante alimentício colorido na água, fiz gelo para meus alunos pintarem uma folha em branco.
Ao mesmo tempo que trabalhei sensações usando o gelo para pintar, também trabalhei artes.
A ideia é que pintassem a folha, mas deixei live para que se quisessem simplesmente brincar com o gelo, ficassem a vontade.
No início, algumas crianças ficaram só observando, não sabiam se colocavam na boca ou se espalhavam o gelo pela folha branca.
Conforme mexiam no gelo, o colorido ia se formando e também a sensação gelada na mão e na boca, faziam com que quisessem continuar na atividade diferente.
domingo, 11 de novembro de 2018
Cesto dos Tesouros
Postagem 5
(segundo semestre) de 05/06/16
O cesto dos tesouros é uma atividade pra fazermos com bebês
que já conseguem sentar-se sem apoio, de 6 a 12 meses.
Tem como proposta, elaborada pela inglesa Elionor
Goldschimied, propiciar aos bebês, diferentes objetos de modo a estimular os vários
sentidos: tato, olfato, paladar, audição, visão, possibilitar aproximações com
as diferentes propriedades dos materiais e possíveis interações entre os
próprios bebês.
Dentro de um cesto, deve-se colocar objetos de diferentes
materiais, tamanho, peso, consistência, textura, paladar, cheiro, som e temperatura, a
fim de que o bebê tenha a oportunidade de interessar-se por muitas coisas que
estão a sua frente.
Assim, o bebê poderá aprender sozinho, e com os outros
bebês, cabendo ao adulto proporcionar a ele segurança e confiança para manusear
os objetos, interferindo o mínimo possível em sua ação sobre eles.
Exemplos de objetos para colocar no cesto dos tesouros:
pena, panela, talheres de diferentes tamanhos, novelo de lã, palha de aço,
lixa, frutas, legumes, escova de cabelo, escova de dentes, cubo de madeira,
pelego, chaves, boneca de pano, rolha grande, pinha, borracha, algodão, pedra
grande.
Não é recomendado ser
colocado objetos de plástico, por ser o material de que é feito a maioria dos
brinquedos. Enfim, tudo que for
diferente e que a criança não está acostumada a manusear, é permitido.
A principal característica dos objetos do cesto é que nenhum
deles é um “brinquedo comprado” (GOLDSCHIMIED; JACKSON, 2006, p. 115). São
objetos geralmente de uso doméstico ou advindos da própria natureza.
Ao trabalhar com bebês, é fundamental criar um ambiente em
que “aprendam observando, tocando, experimentando, narrando, perguntando e
construindo ações e sentidos sobre a natureza e a sociedade, recriando, deste
modo, a cultura” (BARBOSA, 2010, p.3).
O cesto dos tesouros ajuda a desenvolver a coordenação
motora, a criatividade e as sensações táteis dos bebês. Deve ser colocado ao
alcance das crianças e deixar que elas manuseiem de acordo com seu interesse.
Ao professor, cabe o papel de observar as descobertas feitas
pelos bebês.
Uma aventura chamada Literatura!
Postagem 4 (segundo
semestre) de 12/04/16
Ontem na aula de Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem, tivemos a oportunidade de nos encantar um pouco mais com a arte da literatura.
No mundo da leitura, viajamos para dentro de um mundo de imaginação só nosso. Lá descobrimos emoções e sentimentos que vivemos dentro de uma história.
Ler para as crianças tem uma dimensão que muitas vezes não conhecemos.
Segundo Abramovich (1997) quando as crianças ouvem
histórias, passam a visualizar de forma mais clara, sentimentos que tem em
relação ao mundo. As histórias trabalham problemas existenciais típicos da
infância, como medos, sentimentos de inveja e de carinho, curiosidade, dor,
perda, além de ensinarem infinitos assuntos.
Durante uma hora do conto, como é importante apropriar-se do conteúdo do livro para poder transmitir as emoções que o livro nos traz.
As diferentes formas de se contar uma história, o uso de adereços, fantoches, ou a encenação, contribuem para que a criança se interesse pela história.
O despertar para o interesse da literatura começa bem cedo.
Deixar que seus
alunos manuseiem os livros para ler ou ver as gravuras, um passeio por uma
biblioteca, onde eles possam escolher o livro de seu interesse, gera
curiosidade e também o gosto pela leitura.
O hábito da leitura para crianças, ajuda no desenvolvimento
pessoal, intelectual, aprimora suas habilidades de comunicação.
Quando a criança se acostuma com a leitura, consegue sentir
prazer ao conhecer novas histórias. Também é uma forma de enriquecer o
vocabulário, construir uma lógica de pensamento e criatividade.
Nunca é cedo para contar histórias para as crianças, mesmo
com bebês. Já em seus primeiros sinais
de comunicação, seja apenas balbuciando, já é possível contar histórias.
Enquanto lemos para as crianças, estamos desenvolvendo a imaginação nas suas
cabecinhas e despertando suas emoções.
sábado, 10 de novembro de 2018
O desfralde
Postagem do
primeiro semestre de 03/12/15
Trabalho com uma turma de crianças com 2 anos de idade e tenho observado que algumas crianças querem tirar suas fraldas, se sentem incomodadas com a fralda suja, falam que querem fazer xixi.
Claro que muitas vezes o xixi já foi feito,
mas é um alerta para que se comece o desfralde.
O desfralde é um dos primeiros passos rumo à autonomia da
criança, e também é considerado como um momento de descobertas, quando a
criança toma consciência de suas capacidades de controle e de seu corpo.
Cada criança tem seu tempo, portanto, não são os professores
ou os pais quem decidem, mas sim a criança. Cabe a nós, apoiá-los, seja dizendo
que devemos usar o banheiro ou incentivando o uso do penico.
Não existe uma idade determinada para que seja iniciado o
desfralde, mas é comum que o processo comece por volta dos 24 meses. A
identificação da hora certa para começar o desfralde ocorre a partir da observação
dos sinais emitidos pela criança. Um dos primeiros sinais é a criança anunciar
que vai fazer xixi ou cocô.
Uma das estratégias mais eficazes para o desfralde é a
exploração do processo por meio de brincadeiras, tornando a ida ao banheiro um
ato comum e prazeroso para a criança (dar tchau para o cocô, cantar
musiquinhas, ler historinhas referente ao desfralde são algumas sugestões).
Quando acontecer acidentes, como estar sem fralda e fazer
xixi, é importante que a criança participe e ajude a pegar sua roupa suja e
entenda que deve ser trocada por outra.
Quando a criança participa desse processo, ela se torna parte da solução e vai trabalhando sua independência também.
Lembrar a criança de usar o banheiro e perguntar se ela quer
usar o banheiro é muito importante. Também devemos ensinar a usar o papel
higiênico e lavar as mãos. Assim, a criança vai aprendendo também outros
hábitos de higiene.
Fatores que interferem no processo de alfabetização
Postagem do primeiro semestre de 26/11/15
Na interdisciplina de Fundamentos da Alfabetização, muitos fatores interferem no processo de alfabetização das crianças. São eles:
- Aspectos sociológicos – crianças de classe socioeconômica
mais baixa são aquelas que tem mais dificuldade de se alfabetizar.
- Aspectos funcionais – a criança precisa saber para que
serve a escrita para poder se interessar em aprender (como ler histórias,
poesias, rimas). Aqui, a criança de classe socioeconômica mais baixa
tem desvantagem sobre as outras crianças, pois seu ambiente familiar não tem
essa vivência de ver pessoas lendo próximas de si para ir adquirindo esse
interesse.
- Aspectos estruturais – compreender o som de cada letra e
como esse som pode ser diferente em uma palavra e outra.
- Aspectos neuronais – ao receber as informações, a criança
precisa filtrar o que realmente interessa e essas informações vão para a memória
, formando uma rede neuronal potente que permita novas aprendizagens.
- Aspectos psicogenéticos – as crianças não distinguem
desenho de escrita num primeiro momento. Depois a criança começa a considerar o
tamanho do objeto para escolher a quantidade de letras.
- Prazer, atenção e motivação.
- Organização da classe - Destaco aqui esse fator, por achar
de fundamental importância o papel do professor nessa condução de aprendizagem.
A criança vem de um espaço acolhedor onde conhece todos ao seu redor, o grupo familiar.
Esse novo ambiente que é a escola, vem cheio de novidades e descobertas, mas também com receio do novo. A formação de um novo grupo, num ambiente estranho que é a escola, e regido por uma figura desconhecida: o professor.
Junto a tudo isto, surgem as regras, a socialização, a comunicação entre as crianças, o conviver com comportamentos diferentes e ainda as atividades que devem ser seguidas como pintar, sublinhar, circular, entre outros.
A criança vem de um espaço acolhedor onde conhece todos ao seu redor, o grupo familiar.
Esse novo ambiente que é a escola, vem cheio de novidades e descobertas, mas também com receio do novo. A formação de um novo grupo, num ambiente estranho que é a escola, e regido por uma figura desconhecida: o professor.
Junto a tudo isto, surgem as regras, a socialização, a comunicação entre as crianças, o conviver com comportamentos diferentes e ainda as atividades que devem ser seguidas como pintar, sublinhar, circular, entre outros.
Piaget (1974) não aponta respostas sobre o que e como
ensinar, mas permite compreender como a criança e os adolescentes aprendem,
fornecendo um referencial para a identificação das possibilidades e limitações
de crianças e adolescentes. Desta maneira, oferece ao professor uma atitude de
respeito às condições intelectuais do aluno e um modo de interpretar suas
condutas verbais e não verbais para poder trabalhar melhor com elas.
Por essa razão, penso que a organização da classe, é um dos fatores
mais importantes na adaptação das crianças. Processo fundamental para que haja
a alfabetização.
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